O Fogo Que Se Torna Incontrolável.

Senti as mãos dele subindo por minhas costas, trazendo minha camiseta junto e deixei que ele tirasse. Eu o desejava, o queria dentro de mim com força, com mais tesão do que o planejado. E de certa forma ele sabia e aproveitou o momento.

O comum era assistir algum filme ou série antes da foda, naquela noite ao deitarmos o desejo era tanto que não houve tv, celular ou computador que interferisse. Nós nos provocávamos na frente de outras pessoas, atiçamos tanto o desejo, que ao nos beijarmos, as mãos arrancavam as roupas como se dependêssemos daquilo para continuarmos vivos.

Suas mãos percorriam por meu corpo, de tal forma como se nunca houvesse passeado por essas curvas. Eu o beijava e acariciava como se fosse nossa primeira vez. Ele me puxava para mais perto a cada segundo e eu gostava disso.

E então ele me fodeu, não de todas as formas possíveis, mas de todas as formas que era permitido naquele momento. Fodeu com tesão, carinho, desejo e força e ainda assim não era o suficiente.Eu o queria cada vez mais, queria que me batesse, puxasse meu cabelo cada vez mais, queria que me fodesse com mais e mais vigor. Naquela noite nada era suficiente pra mim. Por mais que tivesse gozado, tivesse saciado o meu desejo dele, não foi o bastante.

Talvez o real sentido do sexo seja esse: foder até o prazer de ambos seja saciado, mas de tal forma que os faça se desejarem cada vez mais, a ponto de não se satisfazerem com apenas uma noite, ao ponto de se provocarem em público para atiçar o fogo que se torna incontrolável.


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